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pedro alex

14/11/09

14-11-2000 e carqueja

Pelos anos que já passei e os, os sei lá, os sei lá quantos estados de alma que de forma


tempestiva já me trespassaram, há um, um novo, novo nunca dantes sentido por mim. Assim é a vida, vida sem laracha nem lamechice, que de forma abrupta ou pachorrenta me proporciona vivências queridas, desejadas, inusitadas, tresmalhadas e mais umas outras tantas que para poupança me escuso enumerar.
Ao interiorizá-lo, porque é novo, tem necessidade de ser bem provado e apreciado, reconheço a dificuldade em conquistá-lo e congemino estratégias que o mantenham sempre presente. Discorro mais um pouco e sorrio porque sei que nada nesta vida é perene!
Porém, o que me importa é a gravidade da descoberta:
- Ser, estar, permanecer, ficar... sossegadamente feliz!

05/11/09

5-11-2000 e troca o passo

DSIII
DSIII DSIII DSIIIDSIIIDSIII DSIII

01/11/09

1-11- 2000 e troca o passo

DSI11

28/10/09

28 de Outubro de 2 mil e não sei quantos…

M2

Permaneço asno.
Após o último post que aqui publiquei, confesso, nada li para aprender mais; apenas vivi.
Vivi, será esse pretérito perfeito conjugação suficiente para me dar alguma certeza de que aprendi?
- Decerto que não!
Eis-me perante uma dúvida, dúvida que me tira a cor toda.
- Estarei com alma suficiente para continuar?
- E certezas, afinal para que as quero?
Enfim, pelas interrogações anteriores, tenho mais do que uma dúvida. Se for esse o caminho paro aqui. Valerá a pena parar aqui?
- Raios me partam, não passo da cepa torta em forma de ponto de interrogação.
Bate-me qualquer coisa em forma de pressentimento, não para esta noite nem para a próxima, nem para qualquer outra que possa vir. Tenho um pressentimento e ponto final.
Para a frente, porque para trás mija a burra!
M2

15/02/09

 
 
Colagens22-1

13/02/09

Então meus pomposos e queridos leitores, o que valerá a pena, passar um fim-de-semana a fazer que se faz, dizer mal da vida, dos amores e desamores, do que faz falta à malta?

Eu acho que vale a pena “fazer de conta”

Porque não?

Jornal de Notícias, 09-02-2009

 

Está bem... façamos de conta

“Está bem... façamos de conta

2009-02-09

Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.

Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.”

 

Blogs?

Se tivessem uma função arrebatadora,  ai se tivessem…