pedro alex

05/02/07

Não me tira o sono, pelo contrário até me facilita bastante o dia-a-dia e por conseguinte o descanso da noite, a tendência cada vez maior das pessoas que vou conhecendo se associarem a marcas pessoais. Neste ensaio vou extrapolar as conclusões do conceito “marca-país” para o conceito marca pessoal.
Na Marketteer de Julho de 2006 foi publicado um artigo – Índice Marcas-País – onde se procura pela consistência de um hexágono, em que a cada um dos 6 vértices correspondem 6 áreas nucleares do país, provar a competência desse país através do valor da sua marca. De acordo. A perfeição do hexágono corresponde à homogeneidade entre as forças consideradas nos seus vértices permitindo aferir o equilíbrio desse pais e a sua imagem global – marca-país –. De acordo. Na marca pessoal, em função dos primados de cada um, escolhem-se 6 áreas nucleares que possam definir o ideal de uma pessoa, aplicam-se os princípios da marca-país e com facilidade confirma-se a consistência e o valor da marca pessoal supostamente apresentada. Torna-se claro que a tentativa sai gorada, no entanto já li, vi e ouvi tantas vezes relacionar a geometria com as relações interpessoais, “triângulos amorosos”, relações piramidais, que resolvi abordar o assunto desta forma precavendo-me contra o próximo que me impinja a teoria da marca pessoal. Por outro lado, sempre que me chamarem “quadrado” resta-me a consolação de ripostar ciente do que digo “como diz hexágono?”.

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