Mesmo assim, barricado no tempo e na realidade, creio no dia em que pelo acaso de uma sorte incrível, invejável, poderei olhar-te, partilhar o Dia de S. Valentim contigo e explicar-te o que ainda não te disse.
Por favor espera-me. Mesmo que o tempo e a realidade doam, tu, que como eu acreditas Nele, esperarás. Prometo-te que faremos do branco a cor do nosso abraço, do cor-de-rosa a cor do nosso beijo, e do azul, claro, a nossa cor. Arrisco adivinhar por escrito, testemunhando, o que sentes. Sou parvo. Sou corajoso, sou teu!
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