Veemência for ever!
Demência
Aborrece-me utilizar este espaço gentilmente disponibilizado pelo Sapo, como forma comunicacional de promoção da minha imagem virtual.
Demência
Aborrece-me utilizar este espaço gentilmente disponibilizado pelo Sapo, como forma comunicacional de promoção da minha imagem virtual.
O facto é esse, quer queira quer não, sem hipocrisia nenhuma, enquanto publico posts, estou-me a auto-promover, virtualmente ou não, bem ou mal, sendo que esses valores só a mim dizem respeito.
Pois deixemo-nos então de hipocrisias, modéstias e presunções.
O dia seguinte surge repetidamente, é uma certeza alienável que me consola.
O dia seguinte surge repetidamente, é uma certeza alienável que me consola.
Aparece de forma natural, certo na cadência, não necessita de mitoses, gâmetas, reproduz-se sem assistência contrariando todas as teorias que negam a geração espontânea.
Acto de perdão.
Acto de compreensão.
Acto de liberdade.
Veemência, veemência, veemência.
Lambo o meio das tuas pernas enquanto chupo um rebuçado, sem pudor, sem pelos, misturo sabores de olhos bem abertos, aperto-te os joelhos de pólos iguais, positivos, que se repelem, cada vez te abres mais, cada vez te vens mais, e gritas, e explodes, e abraças num carinho ensurdecedor, e desarmas-me com as mãos ou com a boca.
Lambo o meio das tuas pernas enquanto chupo um rebuçado, sem pudor, sem pelos, misturo sabores de olhos bem abertos, aperto-te os joelhos de pólos iguais, positivos, que se repelem, cada vez te abres mais, cada vez te vens mais, e gritas, e explodes, e abraças num carinho ensurdecedor, e desarmas-me com as mãos ou com a boca.
Quando acordo e te vejo, me vejo, me venho só, a sensação é veemente.
Puta que pariu, quero ser uma bomba atómica!
Veemência, por um dia.
Veemência, por um dia.
Veemência para sempre.
Sem comentários:
Enviar um comentário